A falta de emprego é um dos principais fatores que causam a violência que aumenta cada vez mais e mais, nesta sociedade injusta em que vivemos.
Em vez de políticos enganarem o povo deveriam investir mais, isto é, liberarem, realmente, toda a verba que é para ser empregada na segurança e também na educação. E dar mais oportunidades de emprego para as pessoas mais necessitadas. Também esses fatores ajudam muito para aumentar a violência.
Cada vez mais a nossa sociedade sofre com toda essa violência, que está, praticamente, em todos os locais que estejamos. Se vamos fazer compras, somos assaltados; se vamos passear, vemos assaltos e na grande maioria das vezes acabam em morte. É claro que nos programas tipo 190, Barra pesada, esses passam direto, mortes, vinganças, dívidas, assaltos sempre.
É incrível como o mundo está mudando completamente e a violência avança cada vez mais, e fica mais forte. Deveriam dar um fim nisso, um basta. Diga não a violência!
Emérson Silva, 1º Ano E
terça-feira, 29 de junho de 2010
quarta-feira, 23 de junho de 2010
A história que parecia não ter fim
Estava eu, em uma bela manhã, observando um grupo de adolescentes no lado de fora de uma escola. Um deles com um violão tocava MPB, e o resto o acompanhava cantando Caetano Veloso, Vinícios de
Morais, Vanesa da Mata entre outros cantores.
No que eu mais observei é que eles não cantavam as músicas de hoje. Bandas de Rock, Pop Rock. Eram só músicas do tempo da adolescência de nossos pais. Músicas que revolucionaram o Brasil, músicas as quais mudaram a trajetória do mundo.
Até em uma hora, dois desses adolescentes se afastaram do grupo, por um momento, e conversavam coisas que me intrigava. Então eles foram embora e o resto continuava o que teria começado.
Eu escutei bem alto um grito assustado dizendo: "Socorro". Todos correram para ajudar aquela pessoa que pedia desesperadamente de uma ajuda. Ao chegar no local, um rapaz de preto com boné branco, anunciou um assalto.
Os adolescentes, naquele momento, ficaram em choque se perguntando: "O que me vai acontecer". O ladrão que parecia estar apressado, ou viu uma viatura da polícia a chegar perto daquele local. O ladrão estava muito nervoso e os adolescentes gritavam. Então ele disparou uma bala seca que deu para ser ouvida de bem longe. Estava ali três adolescentes e um deles bastante grave o qual sangrava muito.
O ladrão fugiu e todos desesperados achavam que aquilo seria o fim.
Depois de um tempo, os adolescentes terminaram seus estudos e se formaram em medicina, só que em áreas diferentes.
Então lembrando daquele dia, perceberam que naquele momento, o que aconteceu tinha mudado as suas vidas. Eles se tocaram que cada momento da vida deve ser aproveitado.
O que aconteceu naquele dia nunca vai ser apagado, mas serviu de exemplo para cada um. Os jovens que viram aquela tragédia, agora vivem para ajudar aos outros a continuarem vivendo e não acabarem daquela forma.
Yasmin Martins, 9º Ano D
Morais, Vanesa da Mata entre outros cantores.
No que eu mais observei é que eles não cantavam as músicas de hoje. Bandas de Rock, Pop Rock. Eram só músicas do tempo da adolescência de nossos pais. Músicas que revolucionaram o Brasil, músicas as quais mudaram a trajetória do mundo.
Até em uma hora, dois desses adolescentes se afastaram do grupo, por um momento, e conversavam coisas que me intrigava. Então eles foram embora e o resto continuava o que teria começado.
Eu escutei bem alto um grito assustado dizendo: "Socorro". Todos correram para ajudar aquela pessoa que pedia desesperadamente de uma ajuda. Ao chegar no local, um rapaz de preto com boné branco, anunciou um assalto.
Os adolescentes, naquele momento, ficaram em choque se perguntando: "O que me vai acontecer". O ladrão que parecia estar apressado, ou viu uma viatura da polícia a chegar perto daquele local. O ladrão estava muito nervoso e os adolescentes gritavam. Então ele disparou uma bala seca que deu para ser ouvida de bem longe. Estava ali três adolescentes e um deles bastante grave o qual sangrava muito.
O ladrão fugiu e todos desesperados achavam que aquilo seria o fim.
Depois de um tempo, os adolescentes terminaram seus estudos e se formaram em medicina, só que em áreas diferentes.
Então lembrando daquele dia, perceberam que naquele momento, o que aconteceu tinha mudado as suas vidas. Eles se tocaram que cada momento da vida deve ser aproveitado.
O que aconteceu naquele dia nunca vai ser apagado, mas serviu de exemplo para cada um. Os jovens que viram aquela tragédia, agora vivem para ajudar aos outros a continuarem vivendo e não acabarem daquela forma.
Yasmin Martins, 9º Ano D
Aconteceu comigo
Em uma cidade de São Paulo, no bairro das pimentas, tinha um grupo de 16 amigos, com 8 meninos e 8 meninas. No dia 06/07/2005, uma delas fez aniversário. Era uma das meninas que estava fazendo 14 anos para ela, com direito de fogueira. Como a rua era sem saída, foi no meio da rua mesmo, e a festa foi até às 3h da madrugada. Mas aconteceu uma grande surpresa. A separação daquela menina dos seus amigos.
Ela teve que viajar para morar em outro lugar. Ela se separou com muito choro e tristeza. Despediu-se com um grande abraço em grupo com todos eles. Ela foi morar em Fortaleza, e lá ela perdeu o contato com seus amigos para sempre. Mas, ela sonha encontrar todos eles, para repetir aquela grande festa.
Mas, uma vez que a festa, aconteceu há 5 anos atrás, ela só conseguiu fazer uma frase, e que considerava a todos. A frase é esta: "Eu vivia em um mundo perdido, que não existia amizade, só era amigos traíras, mas agora, eu encontrei amigos de verdade, que têm amor e sinceridade..."
Pámela Ferreira de Souza, 9º Ano D
Ela teve que viajar para morar em outro lugar. Ela se separou com muito choro e tristeza. Despediu-se com um grande abraço em grupo com todos eles. Ela foi morar em Fortaleza, e lá ela perdeu o contato com seus amigos para sempre. Mas, ela sonha encontrar todos eles, para repetir aquela grande festa.
Mas, uma vez que a festa, aconteceu há 5 anos atrás, ela só conseguiu fazer uma frase, e que considerava a todos. A frase é esta: "Eu vivia em um mundo perdido, que não existia amizade, só era amigos traíras, mas agora, eu encontrei amigos de verdade, que têm amor e sinceridade..."
Pámela Ferreira de Souza, 9º Ano D
sexta-feira, 11 de junho de 2010
O homicídio
Era uma noite de sexta-feira. O céu nublado. Eram 10h30min da noite na Rua Monsenhor Agostinho, esquina com Gabriel Fiúza, no restaurante curupitos bar.
Foi quando chegou dois caras em uma moto preta. Disparou três tiros contra um rapaz que morreu na
hora. Era uma dívida que vinha de muitos tempos atrás. É disputa de terras do interior.
A vítima tinha arrancado os dois braços de um rapaz e o irmão veio cobrar. Então foi um acerto de contas cobrado. É mais uma família sofrendo por causa da violência no mundo.
Foi quando chegou dois caras em uma moto preta. Disparou três tiros contra um rapaz que morreu na
hora. Era uma dívida que vinha de muitos tempos atrás. É disputa de terras do interior.
A vítima tinha arrancado os dois braços de um rapaz e o irmão veio cobrar. Então foi um acerto de contas cobrado. É mais uma família sofrendo por causa da violência no mundo.
O Sk 8
Havia um menino que gostava muito de skate. Ele dava a vida por um. Um dia, o menino chamado Ivo, começou a trabalhar com seu tio Wendeson.
O Wendeson mandava ele ir no centro da cidade comprar peças de celular. Ivo viu um skate muito irado, mas ele não tinha dinheiro para comprá-lo. Então, ele trabalhou muito até comprar o seu primeiro skate.
O skate era feio e velho, que mal dava pra andar com ele. Um dia, Ivo foi andar em uma pracinha de skate, só que o seu skate quebou bem no meio. Ivo ficou bem triste e começou a chorar por várias horas seguidas.
Ivo começou a trabalhar mais tempo. Fez muitas horas extras. Ficou trabalhando por vários dias até juntar o seu dinheiro. Ele pegou o dinheiro e foi em uma loja de skate e comprou o melhor skate da loja e foi pro campeonato da escola. Ele foi o melhor skaitista dom mundo e ficou muito feliz.
David Silva, 9º Ano D
O Wendeson mandava ele ir no centro da cidade comprar peças de celular. Ivo viu um skate muito irado, mas ele não tinha dinheiro para comprá-lo. Então, ele trabalhou muito até comprar o seu primeiro skate.
O skate era feio e velho, que mal dava pra andar com ele. Um dia, Ivo foi andar em uma pracinha de skate, só que o seu skate quebou bem no meio. Ivo ficou bem triste e começou a chorar por várias horas seguidas.
Ivo começou a trabalhar mais tempo. Fez muitas horas extras. Ficou trabalhando por vários dias até juntar o seu dinheiro. Ele pegou o dinheiro e foi em uma loja de skate e comprou o melhor skate da loja e foi pro campeonato da escola. Ele foi o melhor skaitista dom mundo e ficou muito feliz.
David Silva, 9º Ano D
Tentado tudo
Em dia desses, a 17 anos atrás, eu nasci. Era um bebê simpático, mostrava os dentes para quem fizesse gracinha para o meu lado.
Eu fui crescendo e tentava algumas coisas. Primeiro deixei meu cabelo crescer. Eu queria ser rockeiro. Achava massa Uau Rock Holl, curtia Legião Urbana, depois comeceu a praticar skat. Também foi massa, muito show, até que um dia eu quase fico aleijado, tentando fazer uma manobra no corrimão. Kkk... foi engraçada a minha queda.
Depois, parei com o skat e o rock e fui ser forrozeiro. Era legal. Garotas dançando, muita alegria, muita curtição. Algumas vezes fui à casa de forró, em outras , fiquei do lado de fora das casas de show. Parecia ser mais legal que lá dentro. Mas teve uma vez que vi uma briga de dois caras. Um fazia Muay Thay, o outro não. Então comecei a praticar o Muay Thay. Tive vocação, ganhey três campeonatos, mas nunca tive aportunidade para os mais importantes.
Então fiquei velho e parei, porque depois de 15 anos não tem como mais lutar, e agora estou tentando música com uns amigos e se Deus quiser isso, vou conseguir.
Francisco Gleriston, 9º Ano D
Eu fui crescendo e tentava algumas coisas. Primeiro deixei meu cabelo crescer. Eu queria ser rockeiro. Achava massa Uau Rock Holl, curtia Legião Urbana, depois comeceu a praticar skat. Também foi massa, muito show, até que um dia eu quase fico aleijado, tentando fazer uma manobra no corrimão. Kkk... foi engraçada a minha queda.
Depois, parei com o skat e o rock e fui ser forrozeiro. Era legal. Garotas dançando, muita alegria, muita curtição. Algumas vezes fui à casa de forró, em outras , fiquei do lado de fora das casas de show. Parecia ser mais legal que lá dentro. Mas teve uma vez que vi uma briga de dois caras. Um fazia Muay Thay, o outro não. Então comecei a praticar o Muay Thay. Tive vocação, ganhey três campeonatos, mas nunca tive aportunidade para os mais importantes.
Então fiquei velho e parei, porque depois de 15 anos não tem como mais lutar, e agora estou tentando música com uns amigos e se Deus quiser isso, vou conseguir.
Francisco Gleriston, 9º Ano D
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Caroline
Caroline era uma menina de cabelos curtos e pretos. Morava com sua mãe e seu pai.
Seus pais trabalhavam muito e não tinham tempo para ela, por isso, Caroline vivia muito triste.
Ela e sua família se mudaram para uma casa que ficava em Fox River e não sabiam que essa casa era mal assombrada.
Assim que Caroline se mudou, achou uma pequena porta, ela disse:
- Mãe, vem aqui!
- O que é Caroline? - disse sua mãe.
- Por favor, abri! - falou Caroline assustada.
- Está bem!
Sua mãe abriu a porta e saiu, e Caroline não vendo nada foi dormir. Enquanto todos dormiam, Caroline escuta uma voz que a chamava. Então, foi seguindo a voz que acabava na pequena porta. Quando ela abriu, viu uma passagem que a levava a outra porta. Ela entrou e apareceu em uma sala, sentada, uma mulher linda e sensível que dizia:
- Estava te esperando! quando Caroline se virou a mulher lhe entregou uma caixa.
- Aqui está seu presente. - disse a mulher.
Quando Caroline abriu, lá estava, dentro dacaixa dois botões, uma agulha e um tubo de linha. Caroline correu para a porta, já sabendo o que estava acontecendo. Trancou a porta e jogou a chave fora e nunca mais ninguém ouviu falar da porta e da linda mulher.
Ana Vitória, 9º Ano D
Seus pais trabalhavam muito e não tinham tempo para ela, por isso, Caroline vivia muito triste.
Ela e sua família se mudaram para uma casa que ficava em Fox River e não sabiam que essa casa era mal assombrada.
Assim que Caroline se mudou, achou uma pequena porta, ela disse:
- Mãe, vem aqui!
- O que é Caroline? - disse sua mãe.
- Por favor, abri! - falou Caroline assustada.
- Está bem!
Sua mãe abriu a porta e saiu, e Caroline não vendo nada foi dormir. Enquanto todos dormiam, Caroline escuta uma voz que a chamava. Então, foi seguindo a voz que acabava na pequena porta. Quando ela abriu, viu uma passagem que a levava a outra porta. Ela entrou e apareceu em uma sala, sentada, uma mulher linda e sensível que dizia:
- Estava te esperando! quando Caroline se virou a mulher lhe entregou uma caixa.
- Aqui está seu presente. - disse a mulher.
Quando Caroline abriu, lá estava, dentro dacaixa dois botões, uma agulha e um tubo de linha. Caroline correu para a porta, já sabendo o que estava acontecendo. Trancou a porta e jogou a chave fora e nunca mais ninguém ouviu falar da porta e da linda mulher.
Ana Vitória, 9º Ano D
Um novo amor
Uma coisa que eu me surpreendo na vida foi quando minha melhor amiga se apaixonou pelo mesmo cara que eu.
Para mim, era como se eu tivesse sem chão. Minha vida parou naquela hora. Eu quase morri de tanto sofrimento. Senti uma embriaguez de desilusão e arrependimento. Talvez, ela o amasse mais do que eu.
No momento em que ela me falou do "tal" acontecimento, juro que, quase não acreditei, e ela me disse que achava que ele também estava gostando dela. Após essa frase, senti vontade de morrer de tanta angústia. Era inacreditável, e isso, ia me custar caro no futuro. Eu o amava. Tinha necessidade de estar ao seu lado, em todos os momentos de minha vida. E, ele me tratava tão bem que eu cheguei até a pensar, que ele estava gostando de mim. Pra mim, aquele amor, não ia ter fim. A minha melhor amiga me dizia todos os dias que sonhava com ele. Que o maior sonho dela era ele estar nos seus braços.
Eu quase não tinha paciência e me segurava cada vez mais para não me derramar em lágrimas. Ela só fica perto de mim pra falar dele. O meu sofrimento para ela era insignificante, mas isso é passado.
Hoje tenho uma pessoa que me ama e não me deixa sofrer. Tenho uma nova amiga. E, quem vive de passado é museu.
Juliana Kelly, 9º Ano D
Para mim, era como se eu tivesse sem chão. Minha vida parou naquela hora. Eu quase morri de tanto sofrimento. Senti uma embriaguez de desilusão e arrependimento. Talvez, ela o amasse mais do que eu.
No momento em que ela me falou do "tal" acontecimento, juro que, quase não acreditei, e ela me disse que achava que ele também estava gostando dela. Após essa frase, senti vontade de morrer de tanta angústia. Era inacreditável, e isso, ia me custar caro no futuro. Eu o amava. Tinha necessidade de estar ao seu lado, em todos os momentos de minha vida. E, ele me tratava tão bem que eu cheguei até a pensar, que ele estava gostando de mim. Pra mim, aquele amor, não ia ter fim. A minha melhor amiga me dizia todos os dias que sonhava com ele. Que o maior sonho dela era ele estar nos seus braços.
Eu quase não tinha paciência e me segurava cada vez mais para não me derramar em lágrimas. Ela só fica perto de mim pra falar dele. O meu sofrimento para ela era insignificante, mas isso é passado.
Hoje tenho uma pessoa que me ama e não me deixa sofrer. Tenho uma nova amiga. E, quem vive de passado é museu.
Juliana Kelly, 9º Ano D
quinta-feira, 3 de junho de 2010
A vida de Rodrigo
Quando eu nasci, foi uma alegria para minha mãe, eu acho. Ela me disse que foi um momento muito
lindo na vida dela.
Minha mãe colocou-me para estudar, aos cinco anos de idade. Naquela época, eu era muito apegado
a ela. Quando ela saía da sala, eu ficava chorando, mas logo me acostumei. Fiquei mais confiante. Já me sentia dono do meu próprio nariz.
Na 6ª série, meus primeiros sentimentos apareceram. Foi uma menina chamada Prisciliane. A mais
bela garota da escola, na minha opinião. Naquela época, tinham acabado de lançar as cartinhas de Yu-gi-oh, os famosos mini-cards.
Como a minha mãe mudou de endereço, tive que mudar de escola, e lá vou eu.
Na 3ª série, tive um outro grande amor. Seu nome era Isabella. Foi uma época de malandragem. Eu
e meu amigo Wesley tínhamos a mesma idade, 10 anoscom. Éramos muito ligados, e também, gostávamos da mesma garota.
Fizemos um acordo. Quem conseguisse conquistar Isabella, o outro não ia ficar com raiva.
Acabou que, nem eu e nem ele. Minha mãe me botou em uma escola, e a mãe de meu amigo, botou
ele em outra.
No meu 7º Ano, foi uma época de "Foras": "Sai fora, não te quero não", diziam as garotas. A maioria não, mas todas falavam a mesma coisa, por isso, fiquei só.
Acho que minha vida não teve muita aventura, mas é assim a minha vida, a vida de Rodrigo.
Rodrigo Almeida, 9º Ano D
lindo na vida dela.
Minha mãe colocou-me para estudar, aos cinco anos de idade. Naquela época, eu era muito apegado
a ela. Quando ela saía da sala, eu ficava chorando, mas logo me acostumei. Fiquei mais confiante. Já me sentia dono do meu próprio nariz.
Na 6ª série, meus primeiros sentimentos apareceram. Foi uma menina chamada Prisciliane. A mais
bela garota da escola, na minha opinião. Naquela época, tinham acabado de lançar as cartinhas de Yu-gi-oh, os famosos mini-cards.
Como a minha mãe mudou de endereço, tive que mudar de escola, e lá vou eu.
Na 3ª série, tive um outro grande amor. Seu nome era Isabella. Foi uma época de malandragem. Eu
e meu amigo Wesley tínhamos a mesma idade, 10 anoscom. Éramos muito ligados, e também, gostávamos da mesma garota.
Fizemos um acordo. Quem conseguisse conquistar Isabella, o outro não ia ficar com raiva.
Acabou que, nem eu e nem ele. Minha mãe me botou em uma escola, e a mãe de meu amigo, botou
ele em outra.
No meu 7º Ano, foi uma época de "Foras": "Sai fora, não te quero não", diziam as garotas. A maioria não, mas todas falavam a mesma coisa, por isso, fiquei só.
Acho que minha vida não teve muita aventura, mas é assim a minha vida, a vida de Rodrigo.
Rodrigo Almeida, 9º Ano D
Infelizmente é tarde para dizer te amo
Em fevereiro, fui passar o carnaval no interior, na casa da minha tia. Todos os feriados, eu e minha
família vamos para lá.
Quando passou o carnaval fiquei lá, um tempo, porque minha tia me pediu para ficar um pouco mais.
Eu fiquei lá com ela.
Tudo começou, no dia 2 de março, desse ano de 2010. Acordei. Era um dia normal, mas não estava tão normal. Minha tia estava muito alegre, conversando, dando conselhos, tirando prosa. Eu tinha achado estranho, mas nem falei nada. A gente passou a tarde conversando deitada na rede.
Quando chegou a noite, ela foi fazer o jantar. Ao terminar de fazer o jantar, minha tia me pediu para
chamar meus primos. Jantamos e fomos à praça. Minha tia nos pediu para a gente voltar cedo para casa, mas ficamos conversando e perdemos a hora.
Chegamos em casa um pouco tarde, e minha tia me repreendeu pelo esquecimento da hora.
Eu dormia sempre ao lado dela. Ficávamos conversando, mas nesse dia ficamos acordados,
até 1 hora da manhã e depois fomos dormir. Mas, eu me arrependo de não ter ficado acordada até de
manhazinha, porque aquele dia, foi a última vez que a vi feliz e sorridente. Quando eu acordei, minha tia estava morta, na rede. Ela não acordaria mais. Ficamos sem saber o que fazer. Sem querer acreditar no que estava acontecendo, pois era tão querida que nem dava para acreditar.
Aquela mulher não ia mais estar ali naquela casa conosco. Não dava para acreditar que ela se foi,
e nem deu tempo de nos despedirmos, de dizer, eu te amo, mas não estava no nosso querer, e sim, no querer de Deus.
Sámia Maria, 9º Ano D
família vamos para lá.
Quando passou o carnaval fiquei lá, um tempo, porque minha tia me pediu para ficar um pouco mais.
Eu fiquei lá com ela.
Tudo começou, no dia 2 de março, desse ano de 2010. Acordei. Era um dia normal, mas não estava tão normal. Minha tia estava muito alegre, conversando, dando conselhos, tirando prosa. Eu tinha achado estranho, mas nem falei nada. A gente passou a tarde conversando deitada na rede.
Quando chegou a noite, ela foi fazer o jantar. Ao terminar de fazer o jantar, minha tia me pediu para
chamar meus primos. Jantamos e fomos à praça. Minha tia nos pediu para a gente voltar cedo para casa, mas ficamos conversando e perdemos a hora.
Chegamos em casa um pouco tarde, e minha tia me repreendeu pelo esquecimento da hora.
Eu dormia sempre ao lado dela. Ficávamos conversando, mas nesse dia ficamos acordados,
até 1 hora da manhã e depois fomos dormir. Mas, eu me arrependo de não ter ficado acordada até de
manhazinha, porque aquele dia, foi a última vez que a vi feliz e sorridente. Quando eu acordei, minha tia estava morta, na rede. Ela não acordaria mais. Ficamos sem saber o que fazer. Sem querer acreditar no que estava acontecendo, pois era tão querida que nem dava para acreditar.
Aquela mulher não ia mais estar ali naquela casa conosco. Não dava para acreditar que ela se foi,
e nem deu tempo de nos despedirmos, de dizer, eu te amo, mas não estava no nosso querer, e sim, no querer de Deus.
Sámia Maria, 9º Ano D
O vendedor
O vendedor Carlos vende de segunda à sexta. Lanche na praça central, perto da coluna da hora. Ele vende comidas e balas. Os clientes que costumam sair do trabalho cedo, na hora do almoço, vão direto à banca dele, e compram comidas.
Um cliente fala: "Seu Carlos, eu quero um hamburguer bem apimentado".E, seu Carlos responde:
"Como assim, apimentado. Eu não sei qual é esse hamburguer". E o cliente conclui:"Seu Carlos, eu que-
ro um hamburgue caprichado".
Seu Carlos foi aprontar um hamburguer bem gostoso para o cliente André.
No final da tarde, seu Carlos apressado, arruma a banca para ir para casa, quando chega uma cliente
especial e pedi um pedaço de bolo. Carlos responde que não tem mais e que já está indo para casa. A
cliente chama-se Maria. Carlos se despedi de Maria e vai para casa.
Ele mora na Rua do Imperador. Quando Carlos chega, vai direto para o chuveiro, janta, troca de roupa e vai para a escola.
Carlos estuda em uma escola pública, no 2º Ano do Ensino Médio. Após as aulas, volta para casa e prepara logo a venda do dia seguinte.
Ao amanhecer, vai se aprontando para ir para mais um dia de trabalho. Ao chegar na praça, arruma a banca e coloca um cartaz novo que fala assim:"Não me envergonho do meu trabalho. Vivo dele".
Todos que passam olham e compram coisas. Os fregueses antigos dão parabéns por ele ter conseguido chegar onde ele queria.
Carlos agradecido e feliz, fala que é um trabalhador esperto e que a placa lhe dá sorte. Ele, em um
dia, apura 500 reais. "Hoje é dia de sorte" - diz o Seu Carlos.
Assim, o vendedor ficou conhecido por todos que passam para ir trabalhar.
Antônio Jonh, 9º Ano D
Um cliente fala: "Seu Carlos, eu quero um hamburguer bem apimentado".E, seu Carlos responde:
"Como assim, apimentado. Eu não sei qual é esse hamburguer". E o cliente conclui:"Seu Carlos, eu que-
ro um hamburgue caprichado".
Seu Carlos foi aprontar um hamburguer bem gostoso para o cliente André.
No final da tarde, seu Carlos apressado, arruma a banca para ir para casa, quando chega uma cliente
especial e pedi um pedaço de bolo. Carlos responde que não tem mais e que já está indo para casa. A
cliente chama-se Maria. Carlos se despedi de Maria e vai para casa.
Ele mora na Rua do Imperador. Quando Carlos chega, vai direto para o chuveiro, janta, troca de roupa e vai para a escola.
Carlos estuda em uma escola pública, no 2º Ano do Ensino Médio. Após as aulas, volta para casa e prepara logo a venda do dia seguinte.
Ao amanhecer, vai se aprontando para ir para mais um dia de trabalho. Ao chegar na praça, arruma a banca e coloca um cartaz novo que fala assim:"Não me envergonho do meu trabalho. Vivo dele".
Todos que passam olham e compram coisas. Os fregueses antigos dão parabéns por ele ter conseguido chegar onde ele queria.
Carlos agradecido e feliz, fala que é um trabalhador esperto e que a placa lhe dá sorte. Ele, em um
dia, apura 500 reais. "Hoje é dia de sorte" - diz o Seu Carlos.
Assim, o vendedor ficou conhecido por todos que passam para ir trabalhar.
Antônio Jonh, 9º Ano D
O campeonato
Estava na praia, no fim do mês de agosto de 2010. Estava acontecendo o campeonato da "marca ma-
resia" na praia do Futuro, mais conhecida como PF.
Meus dois amigos estavam competindo. Eles foram classificados para a semi-final do campeonato da maresia.
Meus amigos são Maiko e Thiago Silva. O Maiko enfrentou Thiago, seu amigo, e o venceu na sua última onda de sua bateria. Thiago, ficou muito triste com a derrota, mas deu força para Maiko na final.
Eu estava torcendo muito por ele. Maiko venceu com 7.00, na melhor onda da bateria, e foi consa-
grado campeão da maresia de surf cearense, na categoria amador.
Geovane Uchoa Cabral, 9º Ano D
resia" na praia do Futuro, mais conhecida como PF.
Meus dois amigos estavam competindo. Eles foram classificados para a semi-final do campeonato da maresia.
Meus amigos são Maiko e Thiago Silva. O Maiko enfrentou Thiago, seu amigo, e o venceu na sua última onda de sua bateria. Thiago, ficou muito triste com a derrota, mas deu força para Maiko na final.
Eu estava torcendo muito por ele. Maiko venceu com 7.00, na melhor onda da bateria, e foi consa-
grado campeão da maresia de surf cearense, na categoria amador.
Geovane Uchoa Cabral, 9º Ano D
quarta-feira, 2 de junho de 2010
O garoto esperto
Um dia, o garoto recebeu uma proposta de emprego em São Paulo. Ele estava muito ocupado na hora que o seu amigo o avisou do emprego. Rapidamente, ele deu um jeito de ir a São Paulo ver como era o emprego.
Ele gostou e acabou ficando no emprego, que era de motoboy. Trabalhou lá, por um período de apenas um ano e logo pediu demissão ao seu patrão. Disse que o emprego não dava mais para ele. Esta-
va muito pesado e que não tinha tempo para nada. Era só trabalho, trabalho e mais trabalho.
Então, decidiu o garoto botar seu próprio negócio e acabou trabalhando com uma lanchonete. Foi ser
comerciante, tendo o seu próprio negócio. Ele inventou muitas promoções e acabou sendo muito conhe-
cido no mercado.
Logo comprou sua primeira casa em São Paulo e ficou por lá mesmo. Com um tempo, juntou mais di-
nheiro e comprou seu carro. Ele foi ficando rico e conhecido em São Paulo com apenas 19 anos.
Ele já tinha mais duas lanchonetes, e crédito também em todas as lojas de seu bairro. Acostumado a trabalhar desde pequeno, ele se sentia sozinho e resolveu ir a um programa de televisão e participar do
"isto vai dar namoro". Lá ele conheceu uma moça muito interessante. Eles namoraram por 8 meses e re-
solveram casar. Quando completou 21 anos, já tinham dois filhos e estava muito feliz.
Ronaldo de Freitas, 9º Ano D
Ele gostou e acabou ficando no emprego, que era de motoboy. Trabalhou lá, por um período de apenas um ano e logo pediu demissão ao seu patrão. Disse que o emprego não dava mais para ele. Esta-
va muito pesado e que não tinha tempo para nada. Era só trabalho, trabalho e mais trabalho.
Então, decidiu o garoto botar seu próprio negócio e acabou trabalhando com uma lanchonete. Foi ser
comerciante, tendo o seu próprio negócio. Ele inventou muitas promoções e acabou sendo muito conhe-
cido no mercado.
Logo comprou sua primeira casa em São Paulo e ficou por lá mesmo. Com um tempo, juntou mais di-
nheiro e comprou seu carro. Ele foi ficando rico e conhecido em São Paulo com apenas 19 anos.
Ele já tinha mais duas lanchonetes, e crédito também em todas as lojas de seu bairro. Acostumado a trabalhar desde pequeno, ele se sentia sozinho e resolveu ir a um programa de televisão e participar do
"isto vai dar namoro". Lá ele conheceu uma moça muito interessante. Eles namoraram por 8 meses e re-
solveram casar. Quando completou 21 anos, já tinham dois filhos e estava muito feliz.
Ronaldo de Freitas, 9º Ano D
Pode dizer que é amor
Na sala de um hospital, nascia uma garota de sorte, pode-se dizer. Seus pais eram ricos. Podia ter tudo o que queria.
Cresceu em uma mansão, com várias empregadas ao seu redor. Teve uma infância linda como qualquer criança. Estudava no melhor colégio da cidade. Não faltava nada ou quase nada na sua vida como adolescente.
Sexta-feira, um dia escolar normal, quando chegou à escola, deu de cara com um garoto. Ela nunca tinha prestado muita atenção. Era um garoto e se pode dizer, com estilo musical, meio rock, cara fechada e cabelo grande, um pouco mais velho. Uns três anos que ela. Apaixonou-se! ficou encantada.
Uma garota com tudo pela frente.
Sua vida desmoronou-se rápida. Seus pais não tinham o controle sobre ela. Estava apaixonada e só
ele a comandava. Fugiu de casa e foram morar juntos, em uma vida pobre completamente diferente aos
seus costumes.
Ele estava na escola por causa de um bolsa que sua mãe tinha arranjado com o prefeito da cidade.
Inês Maria, 9º Ano D
Cresceu em uma mansão, com várias empregadas ao seu redor. Teve uma infância linda como qualquer criança. Estudava no melhor colégio da cidade. Não faltava nada ou quase nada na sua vida como adolescente.
Sexta-feira, um dia escolar normal, quando chegou à escola, deu de cara com um garoto. Ela nunca tinha prestado muita atenção. Era um garoto e se pode dizer, com estilo musical, meio rock, cara fechada e cabelo grande, um pouco mais velho. Uns três anos que ela. Apaixonou-se! ficou encantada.
Uma garota com tudo pela frente.
Sua vida desmoronou-se rápida. Seus pais não tinham o controle sobre ela. Estava apaixonada e só
ele a comandava. Fugiu de casa e foram morar juntos, em uma vida pobre completamente diferente aos
seus costumes.
Ele estava na escola por causa de um bolsa que sua mãe tinha arranjado com o prefeito da cidade.
Inês Maria, 9º Ano D
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