quinta-feira, 3 de junho de 2010

O vendedor

     O vendedor Carlos vende de segunda à sexta. Lanche na praça central, perto da coluna da hora. Ele vende comidas e balas. Os clientes que costumam sair do trabalho cedo, na hora do almoço, vão direto à banca dele, e compram comidas.
     Um cliente fala: "Seu Carlos, eu quero um hamburguer bem apimentado".E, seu Carlos responde:
"Como assim, apimentado. Eu não sei qual é esse hamburguer". E o cliente conclui:"Seu Carlos, eu que-
ro um hamburgue caprichado".
     Seu Carlos foi aprontar um hamburguer bem gostoso para o cliente André.
     No final da tarde, seu Carlos apressado, arruma a banca para ir para casa, quando chega uma cliente
especial e pedi um pedaço de bolo. Carlos responde que não tem mais e que já está indo para casa. A
cliente chama-se Maria. Carlos se despedi de Maria e vai para casa.
     Ele mora na Rua do Imperador. Quando Carlos chega, vai direto para o chuveiro, janta, troca de roupa e vai para a escola.
     Carlos estuda em uma escola pública, no 2º Ano do Ensino Médio. Após as aulas, volta para casa e prepara logo a venda do dia seguinte.
 Ao amanhecer, vai se aprontando para ir para mais um dia de trabalho. Ao chegar na praça, arruma a banca e coloca um cartaz novo que fala assim:"Não me envergonho do meu trabalho. Vivo dele".
     Todos que passam olham e compram coisas. Os fregueses antigos dão parabéns por ele ter conseguido chegar onde ele queria.
     Carlos agradecido e feliz, fala que é um trabalhador esperto e que a placa lhe dá sorte. Ele, em um
dia, apura 500 reais. "Hoje é dia de sorte" - diz o Seu Carlos.
     Assim, o vendedor ficou conhecido por todos que passam para ir trabalhar.

                                                   Antônio Jonh, 9º Ano D 

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